Tristeza Não Tem Fim. Felicidade…

Sabe quando algo magoa? Magoa de verdade? Pois é, ta aí um negócio que não sei lidar.
To numa boa, numa nice, tá dando pra levar a vida, tá dando ganhar mal e administrar pior ainda meu dinheiro. Tá dando.

A vida continua a mesma, o pentelho do meu ex-namorado ainda acha que pode me encher o saco… enfim, cotidiano.
Até que chega o dia, que venho esperando desde que o ano começou, em que eu vou começar a resolver a minha vida, do modo como realmente acho que deve ser. Fiquei quieta até então, porque a gente nunca sabe, né?
E depois de muito pensar e conversar com umas amigas, resolvi compartilhar com as pessoas que, supostamente, deveriam me apoiar nas escolhas da vida: familia. E o que aconteceu? Me fudi. Não, ninguém disse: “você não está louca de fazer isso” ou “te interno num centro psiquiátrico” e tals. Nem precisou.
Lidei com a cara de desapontamento, lidei com o desgosto estampado na testa gigante, com os comentários típicos de um cavalo de roça, que não enxerga pros lados, só à frente, aquela frente determinada por ele.

Passado o primeiro desgosto, achando que acabaria ali, me vi surpreendida por um alguém que sempre me apoiou em tudo. E daí a facada foi mais profunda. E isso me fez chorar, e me sentir verdadeiramente magoada, e chegar à patética conclusão de que as pessoas não querem te ver felizes, querem ver você realizando o que ELAS tem como padrão de felicidade.

Gente patética. Gente que consegue acabar com o seu mojo, sua vontade de fazer as coisas. Gente esta que está muito enganada em achar que irei desistir. Desta vez vou em frente, farei o que acho que deve ser feito.

Pode ser que eu quebre a cara, pode ser que não me sirva, pode ser que eu me ferre mesmo. Mas se eu não tentar, não vou saber e viverei o resto dos meus dias mediocremente aceitando aquilo que tem me sido imposto desde meu nascimento.
Não dá pra viver assim, não consigo ser feliz vivendo através dos outros. Preciso criar minhas próprias experiencias, boas, ruins, péssimas satisfatórias. Preciso enfrentar o mundo e as pessoas, mesmo as mais imbecis e tacanhas, mesmo que elas compartilhem DNA.

Isso tudo, se Deus assim permitir, vai acontecer. Até lá eu vou tentando não sentir a imensa dor de decepção, de coração partido, de facada nas costas, de  desapontamento por algo que me confere decidir e não os outros.
Farei tudo o que achar que deve ser feito. Se ninguém se preocupa com a minha felicidade, pelo menos eu ainda tenho esperança de alcançá-la.

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