Isso Aí.

Demorou muio tempo pra voltar aqui. Demorou muito tempo até muitas coisas se acertarem. Confesso que venho lavar a alma, a me condenar, tudo junto.

Não posso reclamar muito do ano que tenho tido, faço curso na área que gosto e hoje, finalmente, acho que dei mais um passo à libertação emocional das coisas que não me faziam bem, também conhecidas como ex-namorado.
Nem é o caso de dizer que depois de sei lá quantos meses eu finalmente o esqueci porque isto já aconteceu; mas fazer com que ele entendesse isso me emocionou. Namorar é algo desgastante e terminar, mais ainda. Principalmente quando 1 não quer. E olha eu aqui, incrivelmente abismada por finalmente ter alguém que de fato me queira e eu não. Isso não acontece no meu mundo.

Hoje minha alma tá mais leve, eu to literalmente emocionada – e mulheres são tão suscetíveis a qualquer coisa, e os hormônios se alteram sem a gente perceber – por ter feito ele, o ex, entender que já deu. Um sofrimento, aborrecimento, por nada, só encheção de saco. Não dá.

A vida vai muto além de homens – não que eles não sejam importantes, quem somos nós sem eles e vice-versa? – mas tem muita coisa além da janela de casa.
To cada dia mais determinada a fazer minha vida dar certo em pelo menos um aspecto. E to correndo atrás da minha carreira. Se vai dar certo não sei. Li um texto hoje (http://papodehomem.com.br/quando-voce-deixa-de-ser-menino-e-vira-homem/) e, sem a menor necessidade de adaptação para o mundo feminino, é exatamente isso. A gente para de sonhar e começa a realizar. É isso.

Meu medo muitas vezes me paralisa, tipo agora, que espero resposta de um teste e não consigo meter minha cara de pau em outras tentativas até saber se esta deu certo.
Me espanta e me dá esperança de um lugar ao sol, por exemplo, ser uma das únicas na minha turma da pós, que está ali de coração, de alma, que realmente quer aquilo ali pra vida. Não sou obrigada a gostar de todas as matérias, não tenho o know-how que a maioria possui, nem o nível intelectual de outros, mas to ali porque é A tentativa que quero que dê certo na vida. E é muito, muito complicado. Porque pode ser que eu dê a cara na parede e volte aos planos familiares de mediocridade e concurso público e etc. Mas não quero que seja meu caso. Não serei 1% feliz se tiver que ceder para ter. Ter dinheiro, ter status… 

Seria uma utopia? Talvez. só que ando percebendo/entendendo que ainda sou nova – e nunca consegui me ver assim – e é o momento. Mais tarde, dando com a cara na parede ou não, não terei a possibilidade de tentar de novo.

To feliz. To sozinha e solteira, to gorda, to de cabelos novos aos quais não me adapto. Mas to feliz. Até fui à igreja semana passada e se Deus me der forças e eu não lutar contra, voltarei aos meus velhos hábitos.

É isso. Eu acho. Alma lavada. Coração aberto. Consciência tranquila. Esperança à pino.

Lista de Desejos…

lista de desejoNão sou dessas coisas porque minha indecisão não permite que eu liste tão pouco. Mas Menina Fafá me sugestionou e resolvi acatar; colocar um pouco de coisa boa nesse blog. E não indico ninguém, só peço que me avisem se fizeram ou não…

Regras:
1 – A pessoa selecionada deve fazer uma lista com oito coisas que gostaria de fazer antes de morrer.
2 – É necessário que se faça uma postagem relacionando estas oito coisas, não importando o que seja; é necessário que a pessoa explique as regras do jogo.
3 – Ao finalizar, devemos convidar oito parceiros de blogs.
4 – E finalmente, deixar se possível um comentário para quem nos convidou, e informar os convidados.

1- Fazer outras faculdades, todas que me interessam. E são algumas;
2- Passar uma boa temporada na Inglaterra e outra boa temporada no Canadá, além de conhecer zilhões de lugares;
3- Adotar 1 ou 2 crianças. Isto depende de certas variantes;
4- Saltar de paraquedas;
5- Escrever um livro, bacana mesmo, desses que as pessoas iriam gostar de ler;
6- Casar e constituir família. Mas aquele casamento que a paixão não vai embora com o tempo;
7- Ter um emprego em que eu GOSTE de trabalhar;
8- Me envolver com artes, de um modo geral.

São esses, mas não necessariamente nesta ordem. E alguns deles podem mudar conforme o tempo… Não é nenhuma novidade minha instabilidade, né…

o ÚnicO DiA QuE NãO ConsigO EsqueceR

Eu sei que ele faz parte. Assim como todos os outros 364 dias do ano. Assim como não me esqueço de respirar e lembro como se dá passos; sempre um atrás do outro (ou na frente?).

Odeio o fato deste dia ser este dia. Não pela força que tem ou pelo que representa, mas pelo fato de sempre estar cercado de insatisfações. Posso mudar pra outra época? Daqui há uns 2, 3 meses… pior que não. Podia adiantá-lo, talvez. Não me importo também.
Mas me importo de ser sempre como ele é: com mil-e-uma atividades acumuladas com tradições até bem legais e sorrisos a quem passar na minha frente.

Hoje é meu aniversário.

E minha mãe fica super emocional, lembrando que, no caso, há 26 anos eu estava nascendo e quanta alegria eu trouxe e blablabla whiskas sachê.
Minha reação é sempre fria, não porque não seja um dia importante; tanto o é, que não o esqueço nem fazendo força. Mas simplesmente por estar envolvido pelo que muitos dizem ser inferno astral. Tá, pouca diferença faria – aliás, nenhuma – se eu mudasse a data. Se o tal inferno astral rodeia o dia do aniversário, pode ser até num dia inexistente no calendário ocidental, ele continuaria imbuído dos azares típicos.

E este ano teve pra tudo. Teve reprovação não esperada, teve pra momentos de arrependimento de lançar mão de pessoa que por mim se interessara, teve picada e reação alérgica de abelha, quase extirpando meu braço esquerdo, o mais importante pra mim.
Mas o que tinha tudo pra ser um dia quase infeliz foi, até agora, muito bom. Não ganhei na loteria, mas ganhei coisas significativas. E mesmo que não tivesse ganhado, só o fato de estarmos no outono e o ventinho ter soprado no meu rosto às 10 da manhã, enquanto uma banda fazia a inauguração de uma loja no centro e uma coca-cola super gelada que me acompanhou à aula de Constitucional com um professor bonito, interessante e cego, apesar dos óculos, já que só reparou quanto à existência da única aluna negra da sala quando a mesma levantou a mão. A 5 metros de distância dele.

O dia ainda guarda muitas surpresas. Ele só acaba às 23:59 e espero que até lá eu possa, esperançosamente, esperar que o melhor me aguarde. Pode até ser pretensão minha, mas acho que mereço. Igual às crianças que se comportam o ano todo pra ganhar presente de Natal.
Eu sou, sem a menor modéstia, uma pessoa legal. Acredito nas pessoas, ainda acredito no mundo, acredito na felicidade, no amor, na paz. Reclamo mas amo seres humanos e sem eles ao meu redor seria mais deprimida do que já normalmente sou. Tenho uma família meio disfuctional, mas que em dia como esses são pessoas maravilhosas e nos fazem esquecer um pouco dos problemas, mínimos até, que nos rodeiam.
Eu abro a porta pra senhoras; eu dou informações na rua. E até bato-papo quando puxam comigo em filas (confesso que este último só ocorre em dias de MUITA boa vontade).
Eu tento, mesmo que não pareça, manter meus amigos. Eles são preciosos pra mim, não por serem ‘meus’, mas por terem tido a paciência de um dia cogitar a possibilidade da minha companhia valer a pena e tentar. E EU SEI que não é fácil. Eu mordo, sou grossa, desligo o telefone na cara das pessoas, meu sarcasmo é altamente incômodo (até pra minha terapeuta) e minha ironia é tão inerente que não consigo contê-la. Mas amo todos, mesmo os que contato não tenho mais. Mesmo aqueles que resolveram não me querer mais por perto.
Eu sou boba. Sou ingênua. Me viro e reviro por quem amo. E como amo! Tenho muito amor pra dar (sem trocadilhos, please)! São 26 anos. Poucos dedicados a pessoas especiais. Se eu quero? Claro que sim! Mas não sou fácil. Não sou amável aos olhos dos desconhecidos. Mesmo assim. Não vale a pena querer além do que me é reservado.

Hoje, dia este que não tem como esquecer, eu passo com muito mais alegria, mais esperança, mais paz, mais amor. Mesmo que não tenha comemoração, o que realmente não teve e não terá. Pelo menos não estou mal, porque ficar chorando numa mesa de bar no dia do nascimento é derrota demais até pra mim!

Parabéns pra mim. Acho que mereço. Só por ter nascido. Se valer por outra coisa já é lucro.

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Now playing: Yelle – A Cause Des Garçons
via FoxyTunes

[Não] Juro Parar de Reclamar.

O fim do ano se aproxima e já tive uma prova de como vai ser meu dezembro/janeiro. E como sempre, odiei. Acho que eu sou algo que não sirvo pra algo que pessoas servem, em todos os sentidos. Acho que nem pra filha eu sirvo, porque se minha mãe se surpreende com a minha solidariedade algo de errado tem.

E talvez não sirva como amiga porque aparentemente eu não dou atenção adequada a todos de forma igualitária; me disseram que eu escolho os programas que quero fazer e com quem fazer; se isso for verdade só mostra que eu sou uma imbecil. E sou mais imbecil ainda por me preocupar com quem nem minha amiga quer mais ser. E eu nem sei porque!

Aí, as que ainda tentam, as guerreiras, um dia vão desistir e eu vou acabar como Tom Hanks e uma bola de vôlei. Enlouquecida e falando com objetos. A impressão que tenho é que não estou tão longe assim mas preciso acreditar que ainda não sou maluca de todo.

E penso: se não sou capaz de ter a estima da minha família, a atenção das minhas amigas, quem sou eu pra querer um cara? E pior, eu só quero cara que quer outra. Ou vem com aquele papinho de “não quero me envolver agora”. Valeu então. Valeu por elevar eu ego e depois trancafiá-lo no primeiro bueiro que passar.

Sabe qual o meu problema? Eu não consigo viver no mais ou menos. Ou acho que tá tudo bem, o que só mostra um lado completamente alienado e enlouquecido ou vivo no meu pessimismo adquirido na infância, quando roubavam meu lanche e me chamavam de chorona. Ainda vou aprender a dar uma de Obama e nação estadunidense e falar “Yes ‘I’ can”. Mas quando tento, vem um espírito de porco e diz que se eu não passo na OAB não será na prova mais difícil do país que isso vai acontecer. E não, não é pra juiz. E não, não vou continuar a falar nela.

Talvez eu deva escutar mais as pessoas, porque como sou muito teimosa esqueço que não faço parte da nata intelectual da sociedade e a única coisa que sei fazer direito é ser debochada, sarcástica e engordar. O que já me foi dito que são formas de mascarar seja lá o que for de mim.

E pronto, ta aí; não sou uma boa persona familiar, não dou pra ser namorada de ninguém,  não sirvo pra querer ser profissionalmente quem quero ser, não sirvo nem como boa paciente de terapia,  sem contar que minhas amigas são realmente insistentes, já que eu sou seletiva e muito ruim nesse lance de relacionamento interpessoal.

Se pudesse saía correndo igual Forrest Gump, teria um ano sabático, viraria ermitã, voltava 5 anos e não faria faculdade de Direito, me acostumava com o fato de não ser brilhante em porra nenhuma e coisa que se faz necessário pr’aquilo que chamei de meus planos . Sem contar que a melhor de todas as decisões seria me tornar celibatária, porque, convenhamos, to de saco cheio dessa minha vida que aparentemente se divide também em ‘amorosa’.

Meu gosto musical não agrada à massa, meu estilo indefinido de me vestir confunde até a mim, minha mãe trata a sobrinha como a neta que ela acha que nunca vai ter, meu cabelo me desaponta, não consigo emprego como nada, tampouco acredito que um dia vou ter sucesso na carreira; já vislumbro meus 45 anos morando com minha mãe e ainda pensando no que vou fazer no ano seguinte.

Se pelo menos minhas unhas crescessem fortes pra que eu pudesse pintar de preto e ser menos infeliz nesse momento, ficaria agradecida.


E a dúvida remains…

Estou triste. É péssimo isso. Na verdade às vezes é bom curtir a fossa, mas desta vez to curtindo pra caramba, até demais.
Já não sei mais dizer se é mesmo tristeza. Acho que consegue ser mais profundo.

Minha vida tá um caos desde que o ano começou. Assim meio sem saber o que fazer, e quando se sabe nada dá certo. E é isso que me incomoda.
Vamos lá. Já são 6 meses de formada. Esta crise eu to levando bem, até. Mas, como diz um poema de um conhecido meu “estou muito atrás de meus olhos”. E sinto – melhor, sei – que estou muito atrás de algumas pessoas que se formaram comigo, algo que me incomoda pelo simples fato de eu não ter mais pouca idade. Tá, eu sei que não sou velha, mas o tempo tá passando e nada tá acontecendo.

A cada semana eu achava um propósito diferente. Isto quando comecei a achar que tinha que ter um propósito, ou não tocaria minha vida pós faculdade. E toda semana era um diferente. Aí comecei a ver novos horizontes, novos rumos e aquilo foi me animando. E esses novos rumos foram “down the drain“, enquanto outros, que realmente nunca passaram pela minha cabeça surgiram. E apesar de assustador, inovador e “perigoso”, era algo que me deu um shot de adrenalina impressionante. Parecia que todos os dias eu acordava com uma disposição que não via em mim há anos. E desta vez não é hipérbole.
E a cada dia, eu ia me acostumando com isso, com tanta energia boa vindo de dentro de mim. E achava que estava no caminho certo. E quanto mais eu ia seguindo meu rumo, mais via muros na minha frente.
Cada vez o muro ficava mais alto. E aquele shot de adrenalina se transformou num balde de água fria. Tão fria, tão gélida, que congelou-me de forma tal, que não consigo mexer um palito pra tocar meus planos. As pedrinhas de gelo batiam na minha cabeça como marteladas. E tudo que eu achava que seria bom pra mim, passou a não ter mais futuro no meu futuro.

E hoje cá estou, triste, deprimida, sem esperanças e sem futuro. Porque a felicidade dos outros hoje me incomoda, porque a sinceridade necessária dos outros me desanima, porque eu acho que nada mais do que faço vale a pena.

Não sei se sigo em frente, continuo mudando meus planos a cada semana ou sigo com eles até o fim, perseverando e contando com minha capacidade de conseguir realizá-los. Lógico que qualquer um ia me dar um empurrão no meu ego e dizer que consigo, mas se fosse tão fácil assim comigo, talvez não estivesse aqui escrevendo estas linhas.
Não sei de mais nada, e o que sei me desagrada. Enquanto isso, a dúvida “remains”: passo a bola pra frente ou fujo com ela? Entro à direita ou vou em frente? Caso ou compro uma bicicleta?

E a dúvida remains….

p.s.: só tem um pequeno probleminha… ou eu me resolvo agora, ou eu me resolvo agora. Nem tempo pra pensar eu tenho sobrando…

Cadê a Satisfatividade?*

Engraçado como as coisas são… É bem verdadeira aquela premissa de que nunca estamos satisfeitos com o que temos. Não me acho parâmetro, porque sou naturalmente reclamona, mas tenho sentido muito na pele nos últimos tempos.

Meu estágio não é nenhuma realização pessoal. Não aprendo muito e nem tenho futuro algum lá. Quando entrei, eu reclamava do muito trabalho e mesmo assim, ainda reclamava do pouco que me davam pra fazer. Eu tinha vontade de fazer coisas diferentes do que costumava, de aprender o que os funcionários lá faziam. Aquilo me frustrava muito, me achava incapaz, aos olhos dos outros.
Pouco tempo depois, me deram uma atribuição. Fiquei feliz. E depois de 2 semanas, não queria mais. Era muito cheio de detalhes, eu errava e caía na cabeça de uma outra pessoa e era incômodo. Então eu voltei ao que então fazia.
Depois de um tempo, resolveram me dar uma outra atribuição. Nem achei que seria bom, mas nem tinha quem fizesse. Todos os funcionários estavam (e ainda estão) meio assoberbados. E até hoje eu faço. Nem me incomodo não. Estava quase que satisfeita em fazer aquilo.
Um dia, um funcionário muito bacana veio me “perguntar” se eu não queria ajudá-lo em outra coisa; “é simples”, disse ele. É. Super simples. Supimpa. Não bastasse isso tudo, ainda faço todas as coisas que os estagiários fazem (porque nenhum deles fazem nada além do básico).
Ok, ok. Teoricamente, não posso reclamar. Era “tudo que eu queria”, alguns podem dizer. O problema é quando você chega no estágio e descobre que, por conta de uma ajuda que você deu a um funcionário um dia (e que teoricamente tem a ver com uma de suas “funções”), você passa a ganhar outra atribuição!; e por conta da primeira, que nem é tão ruim assim, nasceu uma outra também! Uhu! Como eu fico feliz. Como diria um “colega”: “É tudo pela satisfação que vejo no seu sorriso; eu vejo que você fica feliz com mais tarefa, aprendendo mais. Na verdade, estamos te ajudando a aprender mais, pra quando você vier trabalhar aqui.”
E não adianta dizer que você NÃO VAI trabalhar lá. Pelo menos não tão cedo.
Poxa vida, eu acabo ensinando a nova estagiária a fazer direito e ela começa a não gostar muito de mim; eu vou na xerox pro chefe mil vezes ao dia, porque um engraçadinho me indica; ainda me colocam responsável pela caixinha do café.
E assim eu vou, vivendo cheia de coisas pra fazer, sonhando com trabalho, ficando até 2 horas a mais além do horário. Tudo pra terminar o que comecei. Tá, tenho fortes tendências a me tornar uma workaholic. Não nego que gosto de trabalhar, e que lá tem sido o meu refúgio. Mas ora bolas. É muita coisa. Coisa demais.
E mesmo assim, mesmo reclamando de tudo isso, daqui a 6 meses vou estar reclamando de não ter o que fazer; vou dizer o quanto sentia saudade do estágio, do trabalho.
No final, a gente nunca está mesmo satisfeito com o que tem. Mesmo que tenha sido aquilo que pedimos.

post scriptum: eu sou realmente feliz lá. E não estar realizada tem muito a ver com o que eu acho que eu quero fazer no futuro. Não acho que estaria em lugar melhor, senão lá mesmo, dentro das opções que existem, claro.

 

 

 

 

*Homenagem a uma não tão querida professora que adorava esta palavra. Nem acho que seja o caso de usá-la, mas me lembrei muito dela ao escrever este post. Não sei por que. Ela era péssima, me odiava, não sabe português ou formar frase e ainda veio reclamar da minha letra de forma, supostamente ilegível. Mas tá aí. Quem sabe um dia ela não dê valor ao meu pequeno gesto aqui (se é que um dia ela venha a saber…)