Coisas da Vida

Segunda semana do ano, certo? Não… 3ª, né?

Dois mil inove começou com uma novidade Descobri o porquê de 50% dos meus males. Minha indecisão… Ok, ok, nenhuma novidade até aí… Mas o problema é que sou indecisa quanto a tudo e esse defeito me atrapalha mais a vida do que eu poderia imaginar! Meu futuro – e indiretamente a de outras pessoas – dependem de uma posição minha, posição esta que não tenho. O problema está nas opções. Se eu não as tivesse, dúvida não teria, seria somente uma saída e pronto: vou em frente.

O xis da questão está em escolher entre o laranja e o amarelo, entre pós ou mestrado, entre concurso e OAB, entre dormir ou acordar, entre tomar remédios ou sentir dor. Eu fico taããão confusa. Queria ser como algumas pessoas que conheço: refletem, refletem, mas quando decidem não arredam o pé dos planos traçados e decididos. Fico me imaginando sendo uma pessoa assim… Ia ser um ser humano tão melhor.

O pior é que muitas vezes, essa minha boca – maior do que todas as partes do meu corpo – fala muito mais do que deveria e acabo sendo mal interpretada ou vista como uma desesperada… Mas o problema não é esse, o problema é ser confusa e não saber decidir. Quem é diferente tem dificuldade de entender e eu, na minha constante confusão, tenho dificuldade de me fazer entender.

Sou igualzinho aquele cachorro do desenho “Coragem, cão covarde”. Quando tive coragem, fui corajosa demais. Aí deu no seguinte: eu resistindo às tentações dessa vida e um ser humano, me perseguindo, no melhor sentido possível. Dia 01/01/09 recebi até uma proposta super decente e recusei. Oito dias depois recebi outro. Mas vou resistindo. E por que resistir? Muuuuuitoooos motivos mas que não cabem aqui comentar.

Ah sim! Tô precisando disso aí, desse troço que as pessoas chamam de ‘amor’. Me serviria tanto quanto a centrífuga aqui de casa (que me rendem sucos maravilhosos). Hahahah, eu fazendo pouco caso dos homens e ainda chamando de objeto! Adorei essa sinceridade nada súbita. Mas eu quero também ser breguinha, colocar apelido, ter música, essas coisas bregas de pessoas enamoradas. E não, não me venha com papos de ‘você está dispensando quem te quer’. Nem rola essa argumentação, cai fora.

Outro problema está na minha visão de vida. Quem dera eu conseguir viver o presente! Fazer as coisas porque estou aqui e agora. Mas não; me sinto obrigada a pensar nas conseqüências que meu presente acarreta no futuro. Deixo de fazer as coisas, me desespero vendo o presente diferente do que eu imaginava e sabendo que este presente pode afetar meu futuro. Tanto o próximo quanto o distante.

Viver o presente é aproveitar o dia com todas as suas forças, fazer o que naquele dia você quis fazer. Mas minha mente analítica, crítica e indecisa me enfia os pés no concreto fresco e acabo por não sair do lugar. Às vezes tenho a sensação de que sou a mesma pessoa de 5, 7 anos atrás. E isso não é só parar no tempo, mas vejo mesmo como um retrocesso. Em algum ponto eu evoluí: fiz faculdade (mas nem me atrevo a pensar nesse assunto agora porque quero dormir em paz), trabalhei, fiz estágio, conheci amigos pra vida toda, conheci coisas no mundo que me eram desconhecidas… E mesmo assim, muitas vezes me vejo cometendo os mesmos erros infantis de outrora. É como se uma parte de mim evoluísse, inclusive o corpo, mas outra parte congelou quando se deparou com um mundo desconhecido… Acredito que meus neurônios vivem em pé de guerra. E não gostaria de ser um deles, basta-me hospedá-los.

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Meu banheiro está sendo quebrado. Ta com vazamento… O mais legal é que ele acabou de ser pintado… tava uma gracinha… Agora tá com aquele cheiro nojento de banheiros com infiltração.

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Brincaram comigo, insinuando que não sou bonita. Tipo, umas várias vezes. Sabe quando você quer socar a pessoa? Não digo isso por ser linda, sei que não sou, mas oi, meu humor não tava(e não está lá muito melhor) legal e esse tipo de brincadeira, repetidamente, machuca o ego de qualquer pessoa com problemas de auto estima. Machucou meu coraçãozinho.. do mesmo jeito que tive vontade de machucar a bela cara do ser humano que fez isso comigo. E não, não insinuarei nomes aqui. Deixa isso comigo (e com vocês só o básico).

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Resolvi começar a ler V de Vingança. Tinha deixado de lado pra quando tivesse férias, daquelas que todo ser humano normal tira. Mas como realmente me parece uma idéia tão longe quanto a luz no fim do túnel, decidi começar desde já mesmo já lendo 2 livros. Cheguei no clímax de Ensaio sobre a Cegueira! Ta aí um livro mega recomendado. E esta semana chegarão mais 2 livros que não sei quando vou ler porque tem outros na fila de espera. Mas se você pensa que gasto tanto tempo lendo que poderia estar estudando, engano seu, caro idiota* (por sinal, se quiserem me presentear, super to afim desse livro na versão traduzida direto do russo). Leio em doses infantis… nem é por falta de vontade e sim o mau hábito de ver televisão. Agora que comecei a ver os documentários do Discovery, ninguém me segura.

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Estou pensando em levar o caso da semana de comemoração de aniversário a cabo. Ano passado não consegui, minha tentativa foi bem falha… Mas super quero tentar este ano. De preferência com um emprego pra poder gastar MINHA grana sem peso na consciência e sem gente ficar no meu ouvido porque o dinheiro não é meu.

Ta aí. Uma das piores coisas da vida de pseudo-adulto é não ter dinheiro.
Pseudo-adulto? Sim, sim, quando você passa dos 18 e todo mundo ainda manda na sua vida e você é obrigada a fazer o que te mandam com uma pequena abertura para externalização de personalidade, você não é adulto ainda. Tem gente que se acomoda. Tem gente que não tem opção. Meu caso. Esperança é algo complicado porque todo ano acho que as coisas vão mudar e sempre mudam. Pra pior. Mas vou parar com essa choradeira aqui. Pra isso serve minha terapeuta.

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Quero um doce. Doce de verdade. Comecei uma dieta  semana passada. E to penando. Quando resolvi comprar aquela baboseira toda de comida saudável, me boicotaram aqui em casa… e tenho lutado bravamente. Mas já caí na tentação de um sorvete de flocos. Mas foi uma única vez e lá ficará. Meu negócio agora é banana passa. É gostoso…

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Preciso arrumar meu armário. Não que esteja bagunçado, mas também arrumado não está. E preciso trocar muita coisa de lugar. A estante também precisa de um update, uns livros pra doar, outros pra prateleira de cima, espaço pros novos, espaço pros jurídicos novos… Cadê a coragem?

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De repente e peguei pensando no que estou digitando e não faço muita idéia. Agora fiquei confusa e é melhor parar. Eu acho. São 1:31 e não tenho sono. Será porque eu dormi no final da tarde? De qualquer forma é melhor tomar tino e pegar meu rumo. ‘A noite vai ser boa’, já dizia Cláudio Zoli (não, nada de ‘tudo vai rolar’ e não vai tocar B.B. King). Discovery Channel e Home&Health me esperam. Tem filme também, mas ando meio sem paciência. Acho que é a idade…

Voltei a viajar. É o estômago pedindo açúcar de verdade (fazer dieta tem dessas coisas).

Vou embora. Tchau.


p.s.: pode ser que nada faça sentido, mas nem tudo é pra fazer…

Era pra ser nada, virou um pedido pseudo-desesperado…

Com vontade de escrever mas com preguiça de fazê-lo…
Não tenho muito o que dizer além de estar em altas crises pessoais porque sou meio idiota. Mas quem não é, certo??
Acumulando atividades das quais provavelmente não darei conta, mas não me importo. Se nada der certo viro eremita. Porque essa de virar hippie é muito modinha.
Tenho que pensar num post mas meus olhos doem bastante, com causas desconhecidas mas, se Deus assim permitir, descobrirei logo. Não consigo ficar meia hora lendo, na frente do pc ou vendo televisão. Acabaram meus prazeres. Posso morrer agora.
Minto. posso não. Ainda tenho muita gente pra atormentar na vida. Muita boca pra beijar, muita prova pra ficar reprovada, muita unha pra quebrar, muita coisa pra comer (e assim explodir.. mas serei feliz, bem feliz…).
Aff. Tudo sem sentido. Qualquer dia volto com mais calma. E de preferência de bom humor. Como hoje 🙂
Deixa eu ver…. (to tentando arranjar assunto pra tornar esse blog mais interessante…)
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Peguei chuva hoje. Fui legal e simpática com várias pessoas. Traduzi um texto na prova de Mestrado. Dormi. Comprei um mini dicionário Michaelis (é mini messsmo, nem recomendo). Mal almocei. Mal ganhei um beijo. Meus olhos ardem desde as 7:30, hora que acordei, provavelmente ansiosa com a tal prova de inglês. Adorei minha aula de Tributário, falamos do que gosto, fiz um Embargos à Execução e fui feliz. Até descobrir que tava chovendo.
Tédio né? Me arranja um emprego que eu coloco as fofocas aqui! 😀
Tenho formação superior, sou comunicativa, falo inglês, entendo espanhol, sou simpática, educada, às vezes engraçada. Mas, acima de tudo.. preguiçosa.. Não! Não em local de trabalho! Adoro trabalhar… Mandar também e dar pitaco mais ainda…
Acabou o curriculum.

Quero Saber Bem Mais Que Os Meus Vinte e Poucos Anos

Infelizmente, hoje eu tenho 25 anos.
E acho que não me veio nada com isso. Só o peso de estar cada vez mais longe dos meus anos de criança e mais perto das milhares de responsabilidades de gente grande. Mas nem eu mesma me trato assim, então por que deveria ser?

Saí pra comprar um presente de aniversário e simplesmente não sabia o que queria. Como assim, uma pessoa adulta no auge de sua mocidade, juventude, nos seus tempos áureos, não sabe o que quer de presente? E ainda tenho que escutar: “você já passou da fase de dizer ‘não sei’, você já tem 25 anos.”

Aff. Já passaram 24 horas do dito aniversário. E na boa, sinto nada de melhor. Só me sinto pior. Vou voltar à vida normal, pro curso, pra casa, pra rotina. E voltar às mesmas coisas de sempre. Aff. Odeio. Odeio voltar pra realidade sem saber o que fazer com ela. Acordar, levantar, ir pro curso. Voltar pra casa.
Voltar pra casa, na verdade, é parte de uma nova rotina. Ainda nem tive tempo de me acostumar com ela, se é que vou.

Às vezes é melhor não acostumar com a “boa vida” de sessão da tarde. Preciso, mais do que urgente, me tornar uma advogada. Pegar naquela carteira vermelha e daí decidir meu futuro, se é que eu tenho futuro. E já era pra eu saber… como me disseram hoje, “como pode uma (futura) advogada ser tão indecisa?”. Nem eu sei. Nem eu sei como cheguei até aqui.  Só sei que cada dia quero algo novo e diferente; quero viajar; quero fazer curso no exterior; quero fazer curso no Brasil mesmo.

Será que quero ser advogada? Ter um escritório em sociedade? Ou ser funcionária pública? Procuradora? Juíza? Promotora Defensora? Não sei.
Rio de Janeiro ou Brasília? Manhã, tarde ou noite? Esquerda ou direita?
Não sei.

Engraçado como eu nunca sei nada, nunca sei de nada. Acho que já está na hora de saber o que quero. Não acredito que chegarei aos 50 sem saber absolutamente nada, ou sem ter aproveitado os 25 anos que estão por passar.

Grande aproveitamento da vida. Super Carpe Diem e Carpe Noctem, esse que tenho vivido.
E mesmo não sabendo o que quero daqui em diante, quero tudo que mereço. Já chega, né?
Chega de desperdício, chega de ócio. Começo agora, mesmo que hipocritamente, a viver minha vida. De indas e vindas. De amores e desabores.

E daqui pra frente “eu não abro mão nem por você, nem por ninguém, eu me desfaço dos meus planos, quero saber bem mais que os meus vinte e poucos anos”

Para mais bobeiragem: http://sweetvice.wordpress.com/